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Os provérbios validam os seguros?

A relação dos seguros com os ditados habitualmente utilizados reafirmam e comprovam sua razão de existir. “O seguro morreu de velho” –  justifica-se  por sua  origem, do latim se + curus, ou seja, livre de cuidados e preocupações.

Já a recomendação do linguista português Mário Vilela, da Universidade do Porto, atesta “confia no futuro, mas põe a casa no seguro”, assim como “quem corre pelo muro não dá passo seguro”, verbetes que até hoje são ouvidos e que foram lançados no século XVIII.

Há que cuidar, no entanto, que, apesar das citações elaboradas com conhecimento cultural, a sabedoria popular também ocupa seu espaço e vai  na contramão dos verbetes já citados, como “quem não arrisca não petisca”.

E, dessa forma, o seguro fortalece-se a cada novo tempo, pois ele é formatado de forma pessoal, intransferível, proporcionando sua elaboração de forma particular e peculiar. No entanto, o indivíduo ainda tem a opção de escolha e ficar à mercê do risco.